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sábado, 24 de março de 2012

Para a nossa alegria: a internet não para



Há pouco mais de uma semana a rede mundial de computadores ganhou mais um bordão. O vídeo amador, onde três pessoas de uma mesma família aparecem cantando ao som de um violão, rapidamente se espalhou nas redes sociais e tornou-se um dos assuntos mais comentados pelos usuários da internet. Fenômeno este denominado, pelos especialistas, como "meme". Termo inicialmente cunhado pelo autor britânico Richard Dawkins, em "O Gene Egoísta", best-seller publicado em 1976.

Desde a popularização da internet os memes passaram a ser cada vez mais constantes, alguns mais populares, outros menos, mas todos com a efemeridade, como uma característica comum. Tão rápido quanto a propagação de tais memes, é também o seu descarte. Basta surgir algo novo e logo quase ninguém mais falará sobre a overdose "memética" anterior.

E embora grande parte dos memes tenham surgido de uma criatividade ou brincadeira espontânea, o impacto e a repercussão de tal fenômeno  há alguns anos já desperta o interesse de diversas linhas de pesquisas. Revelando-se também uma poderosa aliada na criação de campanhas publicitárias, agora, chamadas virais, dada a força, velocidade e o alto poder de alcance do compartilhamento orgânico.


Dificilmente alguém, que acessou a internet nos últimos dias, não saiba quem são Suellen, Jeferson e Mara. E ainda que não os conheça por seus nomes, certamente deu boas risadas ao vê-los em "cantoria familiar" interpretando e transformando a canção "Galhos Secos" em  "Para nossa alegria".

O vídeo original, postado no último dia 13 de março, já possui quase 10 milhões visualizações, endossadas por mais de 75 mil comentários, além das centenas de replicações e parodias estreladas por anônimos, e até mesmo "personalidades da mídia", espalhadas no YouTube. 

Jairzinho Oliveira, Jair Rodrigues e Luciana Mello


Comédia MTV - Marcelo Adnet e cia 


Thiaguinho (ex-Exaltasamba)  
 

 


E a criatividade reina...


... para a nossa alegria! rs


domingo, 18 de março de 2012

IBA - A mesma maneira de pagar por uma nova forma de ler


Embora soe como um "EBA!", a grande novidade da internet atende por IBA (http://www.iba.com.br): uma nova e atraente opção para os amantes da leitura. O novo empreendimento da editora Abril estreou no início deste mês e já tem chamado a atenção e os olhares dos mais antenados.

Na corrida contra uma temerosa obsolescência dos impressos a Abril lança a IBA com a vantagem de ser a primeira loja virtual do Brasil a vender, num mesmo espaço, livros, revistas e jornais em formato digital, tornando-se também -  através de um acervo de 25 revistas da casa, 19 jornais e 6 mil eBooks de 170 editoras diferentes- das maiores livrarias online do país.

O que eu sinceramente não entendi foram os preços. Como um jornal-revista-livro de versão on-line pode ser comercializado pelo mesmo preço dos exemplares encontrados nas bancas e livrarias?
Sinto em desapontar os 10 milhões de reais, inicialmente investidos na criação da loja, mas eu não daria R$3,00 numa versão digital de um jornal, muito menos R$11,95 por uma Super Interessante, por mais interessante que ela esteja.

Ainda que eu saiba que, num futuro não muito distante, teremos que abandonar o comodismo de encontrar tudo gratuitamente na internet, acredito que alguns cálculos precisam ser refeitos. Afinal, mesmo que o trabalho de elaboração continue imutável e, para isso, demande gastos, não se pode comparar o investimento na comercialização de um mesmo arquivo em PDF à distribuição de zilhões de edições impressas pelo mundo a fora, já que ai envolve gastos megalópiticos com papel, impressão e distribuição. Sem querer ofender... vamos voltar à calculadora, por que essa conta só pode está errada. 


PRA COMPENSAR...
... e animar os mais afoitos, o IBA também disponibilizou alguns itens gratuitos (eu só encontrei alguns jornais). Enfim... uma espécie de aperitivo para os que pretendem se aventurar. 

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia da Mulher: falando um pouco de nós!

O dia 08 de março ficou marcado no mundo como um dia de protesto e reflexões, até que com todo o seu encanto o capitalismo transformou-o num dia festivo com muitas ofertas, campanhas e sugestões para presentes (assim como tantas outras datas como Dia das Mães, Natal e Páscoa).

Não que não seja especial ler uma mensagem honrosa, receber rosas ou deliciosos chocolates, claro que não. Mulher adora paparico o ano todo, e se esse carinho for intensificado em um dia do ano, certamente só resta a ela agradecer e aproveitar. 

Mas usemos toda essa comoção para refletir nosso papel enquanto ser feminino, conscientizar-se de que ainda há muito para ser feito e claro, celebrar as conquistas que nos trouxeram até aqui.

Hoje deixamos de ser "simples" AMÉLIAS, e passamos a ser SUPER AMÉLIAS. Afinal além de sermos advogadas, médicas, professoras, jornalistas ou vendedoras, ainda somos mães, esposas, filhas, netas e mulheres. Com o passar dos anos o nosso papel não mudou, apenas agregou novos papeis. E sim, nós demos conta e mostramos que ao invés de sexo frágil, somos fortes, inteligentes e capazes, de inclusive construir nossa história, sendo nós o que quisermos.